sexta-feira, 27 de maio de 2011

IPAD 2


Foi com todo o clima de mistério a que a Apple está acostumada que o iPad 2 começou a ser vendido no Brasil na virada desta sexta-feira (27), em São Paulo. Às 22h, os "applemaníacos" que aguardavam foram afastados do local das vendas para que o estande fosse montado em absoluto sigilo. Tapumes bloqueavam a visão do público no local.
Apenas à meia-noite, as cerca de 300 pessoas que compareceram ao evento, num shopping da Zona Oeste da capital paulista, puderam conferir o espaço montado para o lançamento. As vendas começaram no horário programado.

O estudante universitário Pedro Wilson, de 20 anos, foi o primeiro brasileiro a comprar o iPad2. Ele veio de Santos, acompanhado da irmã, e chegou ao Shopping Iguatemi às 15h. "Não quis comprar o primeiro modelo porque ia esperar a segunda geração". Ele escolheu uma versão com 32 GB, sem 3G. O produto custa R$ 1,8 mil, ou R$ 150 mais caro que a versão básica, com 16 GB. Após nove horas de espera, ele diz que valeu a pena.
Logo atrás dele estava o bancário André Furquim, 26, que foi um dos primeiros brasileiros a adquirir o iPad, em 2010. O paulistano chegou ao local às 17h. "Achei que ia ser o primeiro da fila de novo [o lançamento do iPad foi realizado em várias representantes da Apple]. Da outra vez, cheguei no mesmo horário e não tinha ninguém. Mas valeu a pena, a Apple é um sonho de consumo".
André conta que ficou apenas um mês com o aparelho: "Quando soube que ia sair uma versão mais completa, troquei o tablet por uma televisão". A versão escolhida por André é o de 64 GB, com 3G, o mais "turbinado" da série, que custa cerca de R$ 2,6 mil. "A Apple está próxima à perfeição", diz.
O estudante Fernando Furquim chegou 15 minutos depois de André. O iPad 2 é o seu primeiro tablet, mas ele confessa ser um "applemaníaco". Fernando também adquiriu a versão mais completa e parcelou o tablet em dez vezes no cartão de crédito para não ficar de fora: "Baixo muitas músicas, assisto vídeos e uso a internet. O computador agora vai ficar parado em casa".
CELEBRIDADES.

Algumas celebridades compareceram ao lançamento do iPad 2. Entre  elas estava a roqueira Pitty. "A paixão que alguém tem pela tecnologia é a mesma que alguém tem por uma banda de rock. É puro amor", disse a cantora.
Ao lado dela estavam o cantor Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, Paula Lima e Marina Person: "Não tenho muita facilidade com tecnologia, mas sei usar o que preciso", disse a apresentadora. "Durante viagens, acesso muito o email pelo iPhone."



Evento
Diferente dos outros lançamentos da Apple, apenas um evento no país começou a vender o iPad 2 a partir da meia-noite. Os consumidores de outros estados poderão adquirir o aparelho durante a madrugada por meio de lojas virtuais, como a da própria Apple.
Nesta sexta, a partir do horário de abertura das lojas, todas as revendas da Apple em São Paulo e em outras cidades também começarão a comercializar o iPad 2, como Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Caxias do Sul (RS), Florianópolis, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Alphaville e Recife.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ITIL – boa prática para uma TI eficiente

Em recente pesquisa realizada pelo Center for Information Systems Research (CISR), do MIT, constatou-se que as empresas mais lucrativas implementam, de alguma forma, Governança de TI. Ou seja, realizam uma gestão de tecnologia baseada na transparência, agregando valor aos negócios, buscando soluções que proporcionem retorno sobre o investimento, além de proporcionar segurança e proximidade com os clientes.

Diante dessas necessidades apresentadas, como base para a boa governança em TI, uma prática bem estruturada para ser aplicada é a Information Technology Infrastructure Libray – ITIL. Ela foi desenvolvida na Inglaterra pela Central Computer and Telecommunications Agency - CCTA -, órgão do governo inglês, no final da década de 80, a partir da necessidade do governo de ter processos organizados na área de tecnologia da informação e comunicações.

No início dos anos 90, dada a sua grande capacidade de adaptação a quaisquer estruturas, a ITIL tornou-se uma prática adotada por diversas empresas européias. Em 1996 tornou-se referência mundial quando foi adotado por companhias da Austrália, Canadá, Estados Unidos e diversos países da Ásia. No ano de 2000 foi criado o OGC (Office for Government Commerce) com intuito de regulamentar o uso do ITIL em âmbito mundial.

De acordo com o instrutor do curso Gestão de Serviços de TI – ITIL e Seus Fundamentos, oferecido pelo Ietec, o mestre em qualidade Jorge Luiz de Castro, essa prática chegou ao Brasil no ano de 2000. "Estamos em um processo de transição, com a formação de profissionais capacitados para lidar com as práticas do ITIL", diz Castro.

Basicamente, ITIL é um conjunto consistente de melhores práticas que objetiva alinhar os serviços de TI aos requisitos de negócios, por meio da gestão de qualidade de seus componentes e serviços. Jorge Castro deixa claro que não se trata de uma metodologia, uma vez que esta é mais rígida e esclarece exatamente como chegar a um determinado objetivo. Já a ITIL oferece a oportunidade de traçar o caminho a ser seguido, pois apenas sugere as melhores práticas já utilizadas em outras situações.

De acordo com Jorge Luiz de Castro, quando você é fornecedor, não oferece apenas o produto, mas também cria raiz com o cliente ao atingir um patamar elevado de satisfação. "E isso, com certeza, o ITIL vem proporcionando há um bom tempo em todo o mundo", conta.
Para Castro, estamos vivendo a quarta onda, na qual se apresenta a valorização da Tecnologia da Informação. "As empresas estão deixando de olhar para o setor de tecnologia como simples gerador de gastos, mas sim como peça fundamental para gerenciar a informação", diz.

Não é por menos que o gerente de tecnologia da informação do Grupo Plantar, empresa de reflorestamento e siderurgia, Bruno Coelho Proença, afirma que o setor de tecnologia não deve se limitar apenas a dar suporte técnico, mas também a criar soluções inteligentes para as atividades da instituição. "Em determinadas situações é melhor gastar mais tempo planejando uma ação, ao invés de cair em erros que podem tornar as informações da empresa vulneráveis", diz Proença.



Dentre as principais vantagens em implantar as práticas de ITIL, Jorge Castro aponta o controle dos processos e a transparência. "Com a governança coorporativa, as informações devem ser transparentes e corretas", diz Castro. Mas existem outros benefícios que merecem ser destacados:

-Melhor qualidade de serviço – suporte mais confiável para os negócios
-Maior disponibilidade e estabilidade dos serviços em TIC
-Visão clara da capacidade das áreas vinculadas a prestação de serviços em TIC
-Melhor informação sobre os serviços atuais
-Aumento da flexibilidade e adaptabilidade dos serviços
-Diminuição dos custos operacionais
-Aumento da eficiência
-Maior satisfação do Cliente
-Melhorias na segurança, precisão, velocidade e disponibilidade dos serviços comercializados.

Profissional de TI: visão de mercado

O perfil do profissional de Tecnologia da Informação (TI) deixa de ser estritamente tecnológico. Agora,  eles passam a contribuir também para as estratégias de negócios das companhias.



Leia mais em arquivo PDF clicando no link abaixo:
Profissional de T.I - Visão de Mercado em PDF. Fonte: IETEC

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Falta de Profissionais de T.I

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) prevê que o mercado brasileiro de software deve quadruplicar até 2020, porém a mão de obra, que já é um tema sensível, se agravará ainda mais.
Para Gérson Schmitt, Presidente da ABES, “em um setor cujo maior componente de custos e diferencial competitivo é a mão de obra qualificada, será essencial reverter o atual quadro gerado pela falta de 70 mil profissionais registrados em 2010”.
No atual ritmo da demanda e modelo setorial, o Observatório Softex projeta falta de 200 mil profissionais de TI para 2013. O que na avaliação da entidade seria desastroso, com efeitos em três dimensões macroeconômicas: necessidade de aumento na importação, ampliação da dependência tecnológica do País e baixa capacidade de exportar e mesmo de aproveitar o grande salto do mercado doméstico para consolidar participação maior de médias e grandes empresas no setor de TI.
Atualmente, o Brasil gradua por ano menos de 50 mil engenheiros de todas as especialidades e uma fração muito menor de técnicos em informática, muitos dos quais já estão trabalhando desde o segundo ano da universidade. Faltam profissionais especializados em todos os setores da economia que concorrem com técnicos com o mesmo perfil básico.
Segundo a ABES, mesmo que se organize um plano eficaz para conseguir formar mais profissionais de TI e sua execução seja bem-sucedida, ainda seriam necessários pelo menos três a cinco anos para que se tenha possibilidade de obter algum equilíbrio entre oferta e demanda de mão de obra setorial. São necessários, no mínimo, 12 anos (segundo grau), mas na maioria dos casos mais de 17 anos, para formar um qualificado profissional de TI.
Hoje, o mercado interno de software e serviços é da ordem de US$ 17 bilhões, atendido com menos de 40% por softwares como aplicativos (dos quais cerca de 70% são importados) e mais de 60% na forma de serviços encomendados, segundo a ABES.
De acordo com análise da ABES, o Brasil viverá uma década de prosperidade e de forte demanda por soluções de TI, em especial de software. “Dependerá apenas da compreensão e união do governo e das entidades privadas sobre as forças desse grande movimento, para juntas construírem um modelo setorial viável que priorize a geração de valor e diretrizes de uma política pública que possa colocar a IBSS em vantagem competitiva para as conquistas sócio-econômicas desejadas pelo País.”

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2011/05/24/abes-alerta-para-a-falta-de-mao-de-obra-qualificada/

terça-feira, 24 de maio de 2011

SmartAR: a realidade aumentada inteligente



A realidade aumentada é utilizada por diveros aplicativos, mas ainda não são conhecidos muitos sistemas complexos que possam ser utilizados sem marcadores. Querendo mudar essa história, a Sony está anunciando o SmartAR (Realidade aumentada inteligente, em português), que apresenta interação com elementos sem marcadores, ou seja, não programados.
Por essa razão, o SmartAR utiliza complexos algoritmos para reconhecimento dos objetos dispostos nos ambientes. O que é mais provável (e possível, atualmente) é a utilização do sistema para interação tridimensional com revistas e pôsteres. No vídeo de demonstração, ainda são mostradas algumas “brincadeiras” gráficas, como a jarra transbordando e as bolinhas pingando.
Devido aos complexos algoritmos, esperava-se que o sistema fosse muito pesado para rodar em sistemas portáteis, mas, segundo a Sony, esse não é um problema existente. A empresa japonesa afirma que o SmartAR é muito leve, por isso pode ser aplicado aos smartphones e utilizado por qualquer usuário.
Mesmo com essa suposta leveza, sites internacionais afirmam que será difícil encontrar o SmartAR em aparelhos lançados pela Sony ainda neste ano. Por isso, é melhor não esperarmos muitas novidades efetivas relacionadas ao sistema ainda em 2011.

iPhone invisível se transforma em realidade


Um time de pesquisadores liderado por Patrick Baudisch, do Hasso-Plattner Institute, desenvolveram uma nova interface que torna possível controlar o iPhone de forma remota através de gestos da mão do usuário. O dispositivo criado pela equipe é capaz de detectar os movimentos feitos e reproduzi-los na tela do aparelho sem a necessidade de qualquer tipo de toque.
A invenção é constituída por uma câmera montada em um tripé que captura os movimentos realizados pelo usuário. Um software especializado determina o que cada uma das ações faria se fosse realizada na tela do aparelho, e envia os comandos correspondentes para um iPhone real através de sinais Wi-Fi.
Em vez de exigir o aprendizado de novas formas de lidar com o aparelho, a invenção confia na memória dos usuários para acessar aplicativos e realizar operações como atender e realizar ligações. Segundo Baudisch, a equipe já trabalha em uma versão reduzida do aparelho, que vai utilizar câmeras mais discretas para permitir o controle do smartphone de forma remota.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Excelência em T.I e Qualidade em Serviço

Excelência em T.I e Qualidade em Serviço

Sou prestador de serviços em minha empresa atuando como Analista de Suporte, onde tenho como princípio buscar a excelência no atendimento ao cliente, de forma a contribuir com a empresa, que padroniza a melhor qualidade para obter o melhor atendimento/suporte.

Uma utilização da Governança de T.I que poderia ser implementado, no que ajudaria muito empresa/cliente e cliente/suporte, em todos os segmentos que prestam serviços de suporte ao cliente, seria a padronização da arquitetura para uso do sistema, definindo capacidade mínima de processador, memória e usuário com prévio conhecimento em informática, aquisição de Proxy para conexão remota, agilizando o tempo de atendimento. (Uma coisa que cliente não quer e ninguém gosta é de ficar esperando.)

Outro ponto da Governança de T.I interessante que poderia ser agregada ao padrão da empresa servidora ao cliente e complemento importante é a empresa promover treinamentos, pelo menos semanais dentro de sua própria organização e se caso julgue necessário, treinamentos em loco junto ao cliente, “uma vez que a empresa busca 100% em Excelência no atendimento”, com objetivo de filtrar as maiores dificuldades do usuário.

Onde trabalho, o foco além do melhor atendimento ao cliente, é buscar sempre a melhor qualidade no sistema. Para isso foi criado um setor, (onde a maioria das organizações deveria adotar este tipo de processo) chamado “Gerência de Produtos”, no qual passará a aplicar a contribuição de forma federalista, pois existem pessoas envolvidas da ponta definidas como “Usuário Master” até alto cargo, onde são passadas as dificuldades, tendências de mercado, melhorias a serem feitas, usabilidade do produto, obtendo assim um sistema mais robusto com menos problemas, no que resulta em menos atendimento/suporte, evitando estresse no cliente, garantindo assim um sistema estável e satisfatório.

Ponto importante: Cuidado com investimentos altos, sem real necessidade. Pois, existem empresas que após terem feito vários investimentos que na verdade passaram a ser gastos, e exatamente por terem “Gastos” completamente altos, por exemplo, em sistemas que gerenciam sua empresa, não abrem mão de trocá-lo, ficando submissos aos erros encontrados, vários e eternos pedidos de melhoria no sistema enfrentando mais gastos e que para não perderem tudo aquilo que já foi gasto, pleiteia a idéia d continuar usando algo que só traz do de cabeça. Então a idéia que a Governança de T.I nos oferece é usar processos que nos forneçam requisitos diante da usabilidade que será emprega no sistema como um todo por toda corporação, evitando riscos, tempo perdido, e dinheiro mal empregado.

Nome: Rafael Lúcio Silva Marques
Curso: Pós-Graduação em Governança da Tecnologia da Informação, Uni-BH